Quando nada mais pode ser feito, chega a hora da consumação. Na maioria dos casos, esta hora marca o início de novos e intermináveis problemas. Como o consenso não é uma regra, a “solução” é a Justiça. Se o casal tem filho, a guarda certamente será da mulher, afinal, é a mãe. Depois, a divisão do patrimônio. Geralmente os casamentos são celebrados em regime de comunhão parcial de bens. Como não se pode determinar o percentual, real, da partiipação de cada um, o patrimônio é dividido igualmente. Será? Se o apartamento for da mulher, o Juíz convidará o homem a sair imediatamente, se já não tiver saído. Se o mesmo for do homem mas, a mulher não tiver para onde ir, o homem deverá se conformar e ir morar em outro lugar pois, a mulher precisa de uma morada, para criar o filho. Como ela está com a criança, que poderá ter até 24 anos, o marido deverá dar um valor em dinheiro, que poderá chegar a 35% de seu salário, descontado diretamente de seu pagamento. Isto, inclui FGTS, rescisão, horas extras e décimo terceiro. Ah!! Ainda existem Juízes que determinam o pagamento de, pelo menos, um salário mínimo, se o homem estiver desempregado, sujeito a PRISÃO, em caso de não cumprimento. Ou seja, troca-se “meu bem” por “meus bens”. Acho tudo muito justo mas, quando olhamos mais de perto, vemos que a justiça que serve para um pode não servir para o outro. Tenho acompanhado diversos casos de separação e, em muitos, a mulher exige a pensão para o filho mas, o dinheiro é usado para outros fins. A Justiça não exige provas de que o dinheiro será gasto com escola, roupa, alimentação etc. Isto é Justiça? Será que toda mulher com um filho é uma MÃE? A impressão que tenho é que o Juíz olha para o casal e, em sua mente, diz: - Ele é culpado, só por ser homem. É claro que a responsabilidade é dos dois e, justamente por isto, devem haver dispositivos que controlem a utilização da pensão para seu fim específico, com penas tão duras para a mulher quanto para o homem. Além de tudo isto, em um processo de separação, onde não haja acordo, os advogados orientarão o casal a citar, em processo, todos os “defeitos” e atitudes que possam afetar a confiabilidade do outro. Como se não bastasse, esta situação poderá se arrastar por muitos anos, até que se chegue a uma decisão. A única certeza que poderemos ter, desde o início, é de que todos saírão perdendo, seja qual for a sentença.Mateus 6 - 19. Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem,e onde os ladrões minam e roubam.
20. Mais Ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem,e onde os ladrões não minam, nem roubam
21. Porque onde estiver o vosso tesouro, ai estará também o vosso coração.
20. Mais Ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem,e onde os ladrões não minam, nem roubam
21. Porque onde estiver o vosso tesouro, ai estará também o vosso coração.
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